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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

A competição entre equipas!

Competição para inovar

Imagine um cenário como este:

Numa competição de equipas, duas equipas participantes têm um número igual de jogadores, e cada equipe dá ordens aos seus jogadores de forma linear com base nos seus pontos fortes (ver perfis). De seguida, especificam a forma como os jogadores das duas equipas são combinados e qual a pontuação deles. Existem dois tipos de manipulações possíveis, a utilizar por uma equipa: Falsas declarações e não equidade dos seus membros.

Insira este cenário na necessidade de uma organização fazer face à concorrência e estabelecer objectivos para encontrar resultados com base em desenvolvimento de projectos de inovação.

Não é nada fácil ver várias equipas em competição para atingir os seus objectivos, sabendo que existe o “fantasma” da falta de informação e que as equipas não foram construídas de raiz.


“Porque lutam os cavalos?
Os cavalos são geralmente mais inclinados a fugir do perigo ou ameaça do que para lutar. No entanto, quando a fuga não é uma opção, então um stressado ou cavalo bravo vai lutar para se proteger. Este é um instinto muito forte e ainda é muito presente em cavalos domésticos.
Para além da fuga ou instinto de luta, os cavalos são muitas vezes conduzidos por seus instintos de pastoreio. Como os animais de pastoreio, naturalmente, a maioria dos cavalos são sociáveis e rapidamente se encaixam em algum tipo de ordem, entre outros cavalos, na área circundante. Alguns são naturalmente mais dominantes, enquanto outros mostram comportamento mais passivo e são felizes sendo seguidores.
Na maioria dos casos, os cavalos não rejeitam o pelo seu nível na hierarquia e alegremente aceitar a sua posição sem muita briga. No entanto, há estranhas ocasiões em que um cavalo vai proteger o seu território ou afirmar uma posição dominante no outro, e isso muitas vezes pode resultar numa luta.
Enquanto as brigas graves, que resultam em ferimentos não são muito comuns entre os cavalos, as disputas ocasionais podem ser esperadas, especialmente se um cavalo é agressivo ou por natureza é temperamental. Os cavalos também podem sentir a necessidade de reafirmar o seu nível dominante na hierarquia com estocadas ocasionais, ou fixação de orelhas em torno de outro cavalo.”
- www.nativeremedies.com

Num texto anterior deste blog abordamos alguns perfis que poderiam corresponder aos membros da nossa equipa. Entre outros, imaginem que na outra equipam predominam os Apresentadores de problemas, enquanto na nossa equipa predominam os Visionários, empreendedores e os tomadores de pulso.

Para que uma situação destas fosse eticamente correcta e legítima teria de haver um compromisso em relação aos circuitos de informação. A partir desse momento os líderes terão que gerir os seus recursos, mesmo sabendo que existe uma diferença de potencial entre as equipas.

Face a este desafio os líderes não podem:

Deixar de valorizar personalidades e papeis na equipa.
Deixar de colmatar, com formação, competências técnicas.
Deixar que o medo da sinceridade se instale.
Deixar de clarificar a ameaça da derrota
Deixar de aproveitar todo o potencial dos membros da equipa.

O êxito do trabalho da equipa, resulta numa equipa ainda melhor e maior.

Construir equipas com competência e experiências envolve um investimento considerável de tempo e energia.

O sucesso da organização depende muitas vezes da inovação e, é como as equipas trabalhando em conjunto para fornecer ideias para o mercado, que se atingem os patamares cimeiros no campeonato.

Está pronto para o desafio? Inscreva-se e escreva!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Escolher um perfil

A necessidade de estabelecer prioridades

Quando, numa organização, se está a trabalhar com novas ideias, serviços ou produtos, é necessário fazer escolhas. Salvo raríssimas excepções, as organizações, para um bom funcionamento tem de estabelecer prioridades, mantendo o alinhamento com a estratégia e visão.

A liderança da organização devem procurar as equipas que apresentam melhores condições para uma vantagem competitiva.

A criatividade e a inovação são uma vantagem competitiva. Daí que importa combinar as equipas de forma a constituir uma equipa adequada ao sucesso. Isso faz-se, segundo Tom Kelly, seleccionando os perfis que, quando combinados, se traduzem num “equipa de sucesso”.


“Ao contrário da percepção geral de formação em liberdade como um sistema em que se aplica pressão sobre o cavalo numa área restrita, através de perseguição agressiva com rotura por chicotes e manipulação ao longo de uma cerca ou num curral, essa forma de liberdade de formação baseia-se no instinto inato do cavalo e no seu desejo de base para se comunicar num ambiente de manada. Em vez de forçar o comportamento específico do cavalo, essa liberdade de formação centra-se na língua do cavalo, que é falada através do movimento, não de som; através de contacto com os olhos e do toque. É um ballet de energias compartilhada, que forja uma verdadeira relação de trabalho harmonioso entre cavalo e cavaleiro semelhante à dança, onde a linguagem do corpo e do movimento compatível criam uma ligação forte.
Os cavalos no estado selvagem têm uma família extensa, a manada, enquanto em cativeiro eles são frequentemente separados uns dos outros e paralisados por conveniência humana. Esta separação está em conflito directo com os instintos mais básicos e as necessidades do cavalo, e é por isso que a formação em liberdade tem resultados tão rápidos e dramáticos. Durante milhares de anos, a própria sobrevivência dos cavalos tem sido associada à sua inter-relação na manada, com uma ordem de hierarquia claramente estabelecida. Eles sentem uma responsabilidade e uma segurança na manada, estruturada por uma hierarquia encimada pela égua de cria.
Todos os cavalos numa manada são responsáveis por levar a égua de cria, cuja função na manada é tomar conta e fornecer ordem e disciplina. Ela deve estar vigilante e alerta para qualquer perigo, e deve, se for caso disso, recolocar o grupo. Como tal, todos os indivíduos do rebanho têm o dever de manter um olho nela. Esta égua guia, no decurso de um dia, estabelece contacto visual com vários membros de seu grupo. Caso algum cavalo deixe de a reconhecer, ela pode escoiceá-lo ou persegui-lo, a título definitivo ou bani-lo da manda até o devido respeito ser aprendido.”
Carolyn Resnick http://hubpages.com/hub/Training-horse-at-liberty

Celebre as diferenças entre os membros da equipa.

Os perfis, eventualmente, disponíveis para a constituição da equipa de sucesso:

1. O Visionário – Uma pessoa capaz de identificar possibilidades futuras (visões) e de recrutar elementos chave para a equipa do projecto.
2. O apresentador de problemas - Uma pessoa que, de modo ou de outro é capaz de identificar os problemas internamente na organização e é capaz de lidar com todas as situações que possam ocorrer na organização do projecto, enquanto o projecto está a ser executado.
3. O iconoclasta - Uma pessoa que não compra todas as ideias acerca do trabalho em equipa ou inovação.
4. O tomador de pulso – Um pessoa capaz de funcionar como um coração num um ser humano. A pessoa tem que ser versátil na sua forma de pensar e é capaz de canalizar o “sangue da vida do projecto” a outras pessoas na organização do projecto.
5. O artesão - Uma pessoa que é capaz de construir protótipos e alavancar com eles para fazer projectos inovadores.
6. O Tecnólogo - Uma pessoa que se dedica ao trabalho com tecnologia e é capaz de lidar com tarefas complexas, descobrir e criar um significado mais profundo.
7. O empreendedor - Uma pessoa que é capaz de trabalhar com ideias, inovação, protótipos e comunicá-las a outras pessoas.
8. O travesti - Uma pessoa que estudou ou trabalhou com uma disciplina totalmente diferente da que trabalha com hoje. Esses indivíduos fazem uso de suas habilidades para vislumbrar novas soluções.

As equipas de sucesso são as equipas que contribuem com as melhores ideias e contribuem com novos produtos e serviços e portanto, existe uma necessidade na organização de motivar os grupos e criar as condições para a criação de conhecimento.

Já fez a sua introspecção? Qual o seu perfil? Diga lá!