sábado, 31 de julho de 2010

Os desafios das equipas e das organizações

Gestão e liderança

A gestão trata os resultados do negócio e os processos de forma a criar sustentabilidade.

De facto o processo pode ser sustentável, mas falando-se de inovação, qualquer ideia que se desloca através do processo tem uma poucas hipóteses de sucesso.

Os executivos sentem-se confortáveis com a gestão dos processos e não ficam muito envolvidos com os projectos e iniciativas no âmbito do processo. Em programas de inovação, há pouco investimento ou atenção dada ao processo, e todo o foco recai sobre as ideias.

A liderança é sobre as pessoas. A chave para uma boa liderança é a paixão, a urgência de atacar e resolver os problemas complexos que todas as organizações enfrentam, tais como:

A indiferença - Os estrategas mais talentosos e inovadores, aqueles cujas habilidades são muito necessárias para ajudar a definir o negócio no rumo certo, partiram ou tornaram-se tão desencantados que não têm nada para dar.

A hostilidade – Outros mostram a sua reacção inicial a qualquer nova ideia de forma negativa, se não completamente hostil. Isto é particularmente verdade se a ideia vem, de alguém, fora da sua própria organização.

O isolamento
- As novas ideias são quase sempre rudes e mal-formadas quando apresentadas a primeira vez. Isso leva as pessoas ao isolamento em silos organizacionais, o que é um dos maiores obstáculos à inovação.

“O que parece a muita gente ser um milagre é a transformação de um animal de combate numa “co-operativa” de cavalos que acontece de um momento para o outro. Para mim, foi muito claro no início, quando eu estava a trabalhar com um cavalo e eu queria chegar a este ponto, eu queria alcançar o objectivo de, pelo menos, comunicar com o cavalo e conquistar sua confiança e, claro, para adquirir a sensação de segurança que eu realmente posso mover o cavalo em todas as situações sem qualquer forma de brutalidade, sem qualquer forma de castigo, sem nenhuma dessas coisas. Se eu não substituísse o poder do chicote por outra coisa, a situação com o cavalo terminava em caos. Por outras palavras, naquele momento, quando eu tentava dominar o cavalo sem chicote e sem feri-lo, sem todas essas coisas que você normalmente reconhece que é o comportamento destrutivo do ser humano. Quando eu estou a tentar fazer isso, é essencial que eu use outra coisa no lugar desses métodos.”

Os Paso peruanos são conhecidos por serem cavalos extremamente inteligentes, simpáticos e gentis. Mas os cavalos, como as pessoas, têm todos diferentes acontecimentos vividos na sua vida, e nem todos eles podem ter sido agradáveis. Como resultado, eles podem ter adquirido alguns maus hábitos ao longo dos anos.
Se o Paso peruano parece calmo e bem-disposto quando está no chão, você vai querer montar a cavalo. Idealmente seriam treinados por voz e comandos de perna para facilmente passar de um andar para outro. Avaliar como eles estão em mudança de direcção, e certifique-se que desacelerar e parar quando você perguntar-lhes. Os Paso peruanos são bonitos, mas não seja influenciado apenas pela sua beleza. Certifique-se primeiro e acima de tudo que você se sinta seguro ao montá-los, e que ouvi-lo.”


Uma abordagem colaborativa para a inovação ajuda a fornecer a energia emocional e apoio que precisam de novas ideias nos estágios iniciais. Para que tal espírito se manifeste, deve tornar-se uma parte integrante da cultura da empresa.

Cada organização tem uma cultura singular que dirige a forma, o grau e a velocidade de inovação. A cultura de uma empresa é como o sistema operacional do computador que supervisiona, sem se ver, o bom funcionamento das operações.

A cultura de uma organização, que consiste nos valores profundamente enraizados, crenças, filosofias, atitudes e normas operacionais, resume a forma "como as coisas são feitas aqui. "

Um dos passos iniciais na escultura de uma cultura inovadora para a criatividade e ousadia é discutir e avaliar a cultura actual da organização.

E nesse sentido devemos pensar em:

Criar um ambiente saudável em que a inovação possa florescer.

Observar os comportamentos de obstrução e clarificar os objectivos.

Promover o reconhecimento das atitudes positivas.

Quebrar os silos e incentivar a comunicação e colaboração na organização e fora dela.

Incentivar o vaivém de diálogo que é fundamental para ajudar a moldar a ideia em algo mais concreto, compreensível e realizável.

“É sempre um erro contemplar o bom e ignorar o mal, porque, fazer as pessoas negligentes é um desastre. Há um optimismo perigoso de ignorância e de indiferença.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Competência e curiosidade - Uma mistura explosiva.

Que curiosidade?

A curiosidade é um ingrediente importante para o desenvolvimento de uma equipa que procura gerir a mudança, criar e desenvolver uma cultura de inovação.

Podemos verificar que conhecemos pessoas que são regularmente exploradoras mas não são curiosas intelectualmente. Isto é, prevalece uma exploração e observação contemplativa sem a intenção de agregar e integrar conhecimento.

Por outro lado podemos observar pessoas que buscam incessantemente o significado das coisas, mas com temor arriscam a exploração do desconhecido. O factor risco tem um peso importante.

O líder possuidor desta característica facilmente contagia o seu grupo. Aliada a uma atitude de observação constante a curiosidade permite o registo dos aspectos críticos inerentes aos projectos em curso.

É com pensamento crítico e sem receio de assumir riscos que um líder selecciona os seus colaboradores. A colaboração vai tornar-se num factor chave para se encontrar o sucesso com a estratégia escolhida para alcançar os objectivos. Mais do que trabalhar as ideias importa perseguir a visão.

“Compreender a personalidade de seu cavalo, juntamente com o conhecimento sobre o seu próprio temperamento e nível de habilidade, dá-nos mais hipóteses de sucesso nossos passeios diários. Procuramos fazer par com um cavalo cujos padrões de comportamento naturais nos permitem permanecer dentro de nossas próprias zonas de conforto natural, tanto quanto possível.”
...
“O cavalo social é bastante interactivo e interessado no mundo em torno dele. Os cavalos sociais são os recepcionistas oficiais do mundo do cavalo.
O cavalo temeroso é muito mais reservado e prudente do que o seu homólogo social, especialmente quando jovens.
...
O cavalo arisco não é particularmente interactivo. Metido no seu pequeno mundo, muitas vezes parece independente de pessoas e cavalos.
...
O cavalo desafiador tem um forte sentido de si próprio e pode parecer orgulhoso ou arrogante, especialmente quando jovem ou ainda inteiro. Normalmente resguardado e territorial sobre o seu espaço pessoal, é também frequentemente conflituoso coma ajuda ou qualquer outra forma de estímulo.”

Qualquer desafio colocado a um líder de nível superior é transformado em jogo quando toda a equipa conhece o meio ambiente onde se desenrolam as suas actividades.


O auto-controle e a resiliência (capacidade de resistência ao choque) são fundamentais para se encarar obstáculos e diversidades. Os membros da equipa devem estar preparados para desafios. Um alto nível de motivação é uma alavanca para seguir em frente.

Saber ouvir e comunicar entre si são duas faces da mesma moeda que o líder e os seus colaboradores devem usar nas trocas de saber e de experiências. É com uma atitude colaborativa que as ideias se desenvolvem e se materializam. Hoje com a facilidade e disponibilização de ferramentas de comunicação não há lugar ao saber de “gaveta” e a colaboração enriquece o trabalho a realizar e conduz a resultados surpreendentes.

A capacidade que o meio ambiente tem em moldar as nossas atitudes é, muitas vezes, responsável pela direcção ou foco da nossa curiosidade.

Daí que seja frequente a indecisão se estarei a desenvolver a minha curiosidade exploratória ou se estarei com sede de conhecimento e consequentemente a desenvolver a minha curiosidade intelectual.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Competências, Liderança e Motivação


As equipas eficazes são raras mas não inexistentes.

Para que uma equipa seja eficaz existe uma necessidade de diversidade nos seus membros. Mas existe também a necessidade da presença de uma liderança transformacional capaz de criar confiança, comprometimento.

Muitos membros de uma equipa com o mesmo comportamento e pensamento podem permitir que o trabalho de uma equipa tenha derrapagens, mas as diferenças entre os membros da equipa podem ser causa de mal entendidos e conflitos.

Para que haja um bom desempenho por parte da equipa é necessário o equilíbrio. Os membros da equipa terão de aprender a viver com a confusão e despertar para soluções que visam a agilidade e velocidade de resposta.

A liderança, a motivação e as competências de uma equipa afectam o desempenho da equipa.

A Liderança deve levar em conta o grau de tomada de decisão participativa e de autonomia dada à equipa. A tomada de decisão participativa será mais benéfica quando usada como um método de troca de informações.

A troca de informações valiosas com os membros da equipa e entre eles é uma comunicação essencial para o sucesso da equipa .


“A condução combinada é uma competição reconhecida internacionalmente FEI , onde os cavalos competem em um, dois e quatro equipes de cavalos, puxando carruagens leves ou carroças adequadamente concebidas. Espera-se que realizem uma "dressage" numa arena, onde a precisão e o controle são enfatizadas, uma maratona de corta-mato "secção" que enfatiza a aptidão e resistência, e um "estádio "ou" cones "em pista de obstáculos.
O prazer de condução, às vezes chamado de Atrelagem nalguns países: cavalos e póneis são usualmente atrelado a uma carroça leve de duas rodas (carros de quatro rodas e muito bem aparelhados também são vistos, sobretudo nos níveis mais elevados de competição), e vistos num andamento e duas velocidades de trote, com ênfase nos costumes. Quase todas as raças de cavalo podem ser treinadas para o prazer de condução.”

Quando as equipas têm de aprender uma nova tarefa que exige coordenação entre os membros, o papel de liderança faz toda diferença no desenvolvimento de tácticas para atingir o sucesso. O líder é mais coordenador do que autoritário.

Hoje, uma organização, não se pode dar ao luxo de não obter o melhor das suas equipas, permanentes ou temporárias. Para satisfazer a demanda do exterior é necessário o máximo desempenho e alavancar conhecimentos e habilidades ao mais alto nível para melhorar e inovar.

A inovação é um múltiplo de criatividade e de risco, de forma a acrescentar valor.

Cada um de nós tem uma combinação diferente de criatividade e de risco que, sendo combinada com os outros membros do grupo resulta numa mistura altamente apetecível e rentável.

Com direcção e velocidades combinadas as equipas são conduzidas pelo líder para a eficácia.

Os sonhadores podem gerar os conceitos, conexões e ideias, mas os desafiadores podem testá-los. Os membros da equipa compreendem que todos eles trazem algo exclusivo para o processo de inovação.

sábado, 24 de julho de 2010

Equipas que pensam em inovação

Novos espaços preenchidos

Para que uma organização possa liderar esforços de desenvolvimento de competências na sua actividade, é necessário criar equipas inter-funcionais sejam elas formais ou informais.

Estas equipas podem também preencher espaços em branco entre as unidades de negócios existentes ou dinamizar o fluxo de informação e execução.

A interacção entre os indivíduos é essencial para criatividade de grupos e para o processo de inovação.

Enquanto atitude individual, a criatividade é importante, e mesmo crucial para as empresas, no entanto a criatividade dos grupos apresenta-se com mais-valias inesperadas.

À medida que hoje, os sistemas complexos de produtos e serviços se vão apresentando, torna-se necessária a combinação de conhecimentos de diversas disciplinas e várias experiências pessoais.

A Inovação, seja ela revelada através de novos produtos e serviços, novos processos ou novos modelos de negócio raramente é um acontecimento individual.


“Andar a cavalo é um desporto em que as mulheres são excelentes. Pode-se tentar explicar o seu sucesso, porque eles são mais leves do que os homens e têm vantagens anatómicas óbvias para a sela. Isto certamente não é tudo. Após 70 anos de equitação e estreita associação com os cavaleiros, estou convencido de que a razão mais importante para a primazia feminina no desporto é a sua capacidade de se relacionar com os cavalos. É em parte uma questão de sensibilidade e paciência. É também uma questão de vontade para confiar numa verdadeira parceria, onde o todo é muito mais poderoso do que a soma das partes.
Os homens são muitas vezes demasiado preocupados com a necessidade de mostrar sua força macho em dominar um cavalo e estão menos dispostos a buscar um relacionamento harmonioso. Parece muitas vezes que sentem que têm de dominar um cavalo e torná-lo totalmente subservientes à sua vontade. Muitos deles, ficariam contentes se um cavalo reagisse da mesma forma insensível como um automóvel ao rodar o volante, pôr um pé no freio ou empurrar o acelerador. Algumas pessoas estão apenas mais à vontade com máquinas que obedecem sempre sem questionar até mesmo os comandos suicidas.”
- ridingtours.com

A cooperação criativa e a polinização cruzada de ideias são críticas.


Em equipas multifuncionais, os indivíduos de diferentes origens, de conhecimento ou cultura, baseiam-se em anos de conhecimento tácito, bem como de conhecimento explícito, para contribuir para o resultado da equipa.

A dimensão tácita das suas bases de conhecimento é uma contribuição especialmente valiosa para os projectos de inovação. As perspectivas com base em tal conhecimento não pode ser obtida de outra forma, excepto por meio da interacção, mesmo que, a esta, corresponda contar histórias.

Nós só conseguiremos chegar a resultados surpreendentes e inesperados na presença de uma audiência repleta de desafios e com perspectivas muito diferentes de outras pessoas, para procurar para além do que inicialmente parece ser uma solução óbvia.

As equipas heterogéneas e multifuncionais são mais inovadoras do que as funcionalmente homogéneas.

No fundo falámos de sinergia ou a energia ou força criada pelo trabalho conjunto de várias partes ou processos.

Sinergia nos negócios é o benefício que resulta da combinação de dois ou mais elementos (ou empresas), de modo que o desempenho do conjunto é maior do que a soma dos elementos individuais (ou empresas).

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Pensar o crescimento da equipa e da organização

Crescer com solidez.

As organizações desenvolvem-se de acordo com os seus mercados mas também de acordo com a evolução das suas equipas de trabalho.

A importância do crescimento e dos lucros é um valor que um líder deve perseguir, mas não o único. As organizações crescem suportados em vários valores, começando com honestidade, integridade e ética.

Uma empresa só terá sucesso quando os colaboradores confiam na liderança, quando os líderes confiam uns nos outros e quando os clientes tem confiança nos colaboradores da organização. Todas as decisões de negócios têm uma questão ética vinculada a ela.

Mesmo em situações de crise as soluções encontradas não devem cingir-se à resolução imediata de problemas. As soluções devem servir como plataforma para desenvolvimento facilitando assim a resolução futura de adversidades.

É uma má decisão concentrar-se apenas no curto prazo, esquecendo a segurança de todos os colaboradores. O médio e o longo prazo, a sustentabilidade, traduz-se na prevenção e minimiza as preocupações com acidentes ou doenças, para além de garantir um crescimento individual dos colaboradores.

Quando os colaboradores de uma organização sentem que a liderança se preocupa com sua segurança, isso
é apreciado, o trabalho torna-se mais produtivo e cria-se um clima de satisfação que retorna em segurança.

As experiências vividas pelos colaboradores são regularmente relembradas e quando o passado é feito de boas memórias é fácil criar um clima de colaboração, criatividade e inovação.


“Nunca haverá outro cavalo exactamente como o seu. Você sabe melhor do que ninguém que ele é um indivíduo com uma personalidade distinta, com peculiaridades e características e hábitos pouco cativante. Ele é o produto de uma combinação única de influências: a hereditariedade, a educação, formação e meio ambiente. E estes são diferentes para cada cavalo, fazendo com que os nossos amigos equinos sejam diversificados e as nossas relações com eles pessoais e especiais.
Ainda assim, é possível generalizar sobre temperamentos do cavalo e usar essas generalizações para fortalecer seu relacionamento com seu cavalo. Depois de desenvolver uma melhor compreensão da natureza básica do seu cavalo, os bons e os não tão bons pode adaptar a sua formação para melhor atender às suas necessidades. Talvez ainda mais importante, você pode desenvolver expectativas realistas para ele. Você pode reconhecer e eliminar os objectivos que são demasiado elevados, livrando você e seu cavalo do stress das expectativas inatingíveis. É uma situação ganha / ganha.”


As boas memórias consolidam uma cultura forte e são um componente de liderança transformacional, isto é a liderança não é estática.

O líder deve criar um "forte cultura organizacional" com base em valores e estar consciente de que a organização não pode satisfazer “todos os valores” que os colaboradores consideram fundamentais.

O que há de especial nos líderes transformacionais é que eles são capazes de inspirar e criar energia nos seus colaboradores, defendendo os valores que suportam a sustentabilidade da organização. O líder acredita nos colaboradores e eles manifestam a sua confiança no líder quando a equipa é gerida com transparência.

Um líder deposita expectativas muito elevadas nos membros da equipa porque se importa profundamente com a equipa, e todos eles estão dispostos a trabalhar mesmo em situações extraordinariamente difíceis.

O líder medíocre conta como era. O bom líder explica como é. O líder superior demonstra como se faz. O grande líder inspira.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Crenças de um chefe!

Maus rapazes?

Robert Sutton autor de “Good Boss Bad Boss” fala de algumas coisas que se passam na cabeça dos patrões e uma delas são as crenças fundamentais que são realizadas pelos melhores chefes ou patrões, e rejeitadas, ou mais frequentemente, simplesmente nunca pensadas pelos piores patrões.

Aqui estão eles, apresentados como uma simples dúzia de “coisas”:

• Eu tenho uma compreensão imperfeita e incompleta do que se sente ao trabalhar para mim.

• Meu sucesso - e o dos meus colaboradores - depende em grande medida de ser o mestre das coisas óbvias e banais , não em ciosas mágicas, obscuras ou na descoberta de ideias ou métodos.

• Ter objectivos ambiciosos e bem definidos, é importante, mas é inútil pensar neles muito. O meu trabalho é focar as pequenas vitórias que possibilitam aos meus colaboradores fazer um pequeno progresso a cada dia.

• Uma das mais importantes e mais difíceis partes de meu trabalho é encontrar o equilíbrio delicado entre ser muito assertivo e não suficientemente assertivo.

“Para que um cavalo possa transportar -se graciosamente e de forma mais eficiente, deve ser autorizado a realizar uma postura que permite equilibrar a melhorar. O piloto deve tacitamente ajudar a encontrar a postura do cavalo, onde as ancas são mais capazes de ajudar a levantar e transportar a massa do condutor e da dianteira. Como o cavalo se engaja (abaixa e tira peso) em suas ancas deve ser livre para levar sua votação para o ponto mais alto e seu nariz ligeiramente à frente da vertical. O cavalo usa esta posição para ajudar a distribuir o peso para trás.
O cavalo proporciona uma postura correcta como um resultado de equilíbrio e relaxamento. O aparecimento de um quadro de "corrigir" podem ser criados pela força, mas a postura do cavalo será não ser um reflexo honesto de seu estado de equilíbrio e relaxamento.”
- ridingart.com

• Meu trabalho é servir como um escudo humano para proteger ao meus colaboradores de intrusões externas, distracções e idiotice de todos os matizes - e para evitar a imposição de minha própria idiotice sobre eles também.

• Eu esforço-me para estar confiante o suficiente para convencer as pessoas de que estou no comando, mas humilde o suficiente para perceber que estou frequentemente errado.

• Eu pretendo lutar como se eu estivesse certo , e ouvir como se eu estivesse errado - para ensinar os meus colaboradores a fazer a mesma coisa .

• Uma das melhores provas da minha liderança - e minha organização - é " o que acontece depois que as pessoas cometem um erro? "

• A inovação é crucial para toda a equipa e organização. Por isso, meu trabalho é incentivar os meus colaboradores a gerar e testar todos os tipos de novas ideias. Mas é também o meu trabalho ajudá-los a matar todas as más ideias que geramos, e a maioria das boas ideias, também.

• Mau é mais forte do que bom. É mais importante eliminar o negativo do que acentuar o positivo.

• Como eu faço as coisas é tão importante quanto o que eu faço.

• Porque eu exerço poder sobre os outros, corro grande risco de agir como um idiota insensível - e não me aperceber disso.

Se nada disto se passa com o seu chefe mostre-lhe estas crenças e depois conte-me!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Pessoas versus Pessoas - Equipas

Pequenas grandes competências.

Quando olhamos para a história de equipas de projecto encontramos uma situação muito comum em todas elas.

Raramente cumprem com calendário e custos orçamentados!

Entre outras razões, falta de experiência ou competências técnicas inadequadas, surge uma que é extremamente importante.

A liderança adequada a equipas de projecto.

As exigências de um papel de liderança do projecto são únicas.

O líder deve aprender a servir tanto às necessidades dos membros da sua equipa com às necessidades do projecto o que não é uma tarefa fácil.

A Liderança de Equipas de Projecto requer uma combinação de habilidades sociais, tais como comunicação e motivação, juntamente com as capacidades técnicas de gestão do projecto.

Três vertentes de análise na actividade de um líder:
Dirigida à tarefa

Identificar a visão, propósito, direcção e os objectivos.

Desenvolver o plano e tarefas específicas para alcançar os objectivos, incluindo produtos, medidas e calendário.

Estabelecer funções, responsabilidades e critérios de sucesso ou medidas para lá chegar.

Identificar e alocar recursos, pessoas, sistemas e ferramentas para cumprir o plano.

Definir padrões de qualidade e métodos de comunicação.

Controlar e manter as actividades, monitorar e gerir riscos e problemas.

Rever e reavaliar o plano quando necessário.


“Tom disse: "O homem versus cavalo em maratona tem sido executado desde 1980 e é a maior corrida de cavalos de seu tipo no país. Abrange 22 milhas (menos distância de uma maratona normal), mas com uma subida de 3.000 pés é mais como uma execução sobre o terreno muito acidentado. No ano passado, foram 300 atletas e 50 cavalos e cavaleiros. "
Não é sempre que duas pernas pode vencer quatro ao longo de um percurso da prova mas Tom, depois de ouvir sobre Huw Lobbs, um londrino do Sul, que foi o primeiro homem a vencer um cavalo ao longo de Gales, tornou-se inspirado para assumir o desafio em memória de sua primo James Hurd, que morreu aos 14 anos de idade em 2002, após ser diagnosticado com um tumor cerebral raro e muito agressivo.
"Foi em 2004, quando Huw venceu em duas horas e cinco minutos, dois minutos antes de terminar o mais rápido cavalo"
- fitness.tv

Dirigida à equipa

Fazer concordar com normas de conduta, comportamento e métodos de trabalho.

Definir expectativas e objectivos de desempenho, delegação e trabalho em equipa.

Compreender e trabalhar com o desenvolvimento da equipa.

Antecipar e resolver os problemas da equipa e as divergências.

Avaliar e se necessário alterar as competências, experiência e personalidade misturando a equipa.

Identificar a equipa de desenvolvimento e necessidades de formação.

Fornecer feedback sobre o desempenho da equipa, coordenação e colaboração.

Assegurar uma comunicação eficaz interna e externamente.

Dirigida às pessoas

Compreender os pontos fortes e fraquezas individuais, esperanças e medos.

Avaliar, assistir e apoiar os indivíduos, treinar e desenvolvê-los.

Definir e acompanhar o desempenho individual e os objectivos de desenvolvimento.

Reconhecer e recompensar quando for o caso.

Poderá parecer um conjunto de competências muito longo, mas de facto o trabalho de liderança de um projecto requer um mais que bom funcionamento nestas três vertentes.

Contudo a maior exigência está na atenção constante exigida ao longo de todo o projecto.

Um equilíbrio saudável entre as várias vertentes é a chave do sucesso.