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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Quando confundimos amizade com colaboração

A amizade no seio de uma equipa

Infelizmente, nas organizações, existem equipas onde os seus membros se comportam, como se estivessem num mercado e têm comportamentos de dolo e de negócio uns com os outros. Os membros da equipa deixam de ver os outros membros como as pessoas de igual valor, e vêm-nos como objectos ou bens a serem utilizados para sua promoção pessoal.

Para uma equipa ser eficaz, deve acontecer o contrário. Os membros da equipe devem olhar para as competências e para os aspectos valiosos trabalho da outra equipa.

Quando as equipas trabalham para um objectivo comum, o da organização, os membros devem trabalhar na construção de conexões através do talento e das competências ou habilidades com, transparência, responsabilidade e confiança.


“Pequena história...
O garanhão maciço, quase pulou para fora do reboque e não iria parar empinado. Ele quase bateu na minha mãe, e conseguiu bater-me. Ele não teve absolutamente nenhum respeito o ser humano! Eu descarreguei-o, depois de uma longa jornada, num pequeno piquete na casa do meu vizinho. Eu assisti-o com comida quando o sol desapareceu.
Cedo na manhã seguinte, fui para ir ver o meu novo cavalo , mas o campo estava vazio! Eu procurei desesperadamente por ele. Passei metade do dia procurando por ele, e finalmente encontrei-o no pasto ao lado de um pónei de Shetland pequeno cerca de 5 milhas abaixo da estrada. Ele sabia que tinha algo errado e não me iria deixar pegá-lo. Depois de uma luta, eu finalmente consegui trazê-lo para casa - mas não sem ser mordido duas vezes.
Bo era um demónio. Eu tentei o meu melhor para ser seu amigo - mas ele cobrava sempre de mim, dar coices, morder-me e levar-me em redor. Ele não tinha interesse em que fossemos amigos. Após cinco meses, eu dei em cima dele. Ele se transformou num gordo, garanhão, enorme maciço que eu não podia cuidar. Ele era perigoso, e eu não sabia o que fazer com ele, então eu vendi-o.
Dois anos mais tarde, eu ainda não tinha um bom cavalo. Certa manhã, ao ler o jornal, um anúncio chamou a minha atenção: "Muito lindo garanhão correcto. Bay puro-sangue". Foi Bo! Eu sabia que era ele - quando eu fui vê-lo, ele estava quieto, bem comportado, e ouvi! O proprietário, Sr. Trifton, ficou satisfeito ao ouvir que eu tinha possuído ele. Mais uma vez, eu comprei Bo.
Eu era um idiota. Ele não tinha mudado. Ele tinha os mesmos hábitos ruins! Contratei um instrutor, o Sr. Edwards. Ele ensinou-me o que se passava na mente Bo e após cinco meses de trabalho constante, Bo finalmente estava se comportando bem. Bo nunca havia sido ensinado a ser montado correctamente, mas com a ajuda de Edwards consegui.”
http://www.ultimatehorsesite.com/fun/stories/boincredible.html


Há um erro muito comum ente os membros de uma equipa recém-chegados ou com menos experiência que é, fazer incidir a sua preocupação em ser bem-querido pelos membros da equipa.
Frequentemente trabalham com afinco até ao limite das suas forças para que os restantes membros valorizem o seu trabalho.

A primeira ideia que nos surge é que isto não tem nada de mal. Mas pode ser a famosa imagem do iceberg. A parte submersa traz algumas surpresas!
Gestos de amizade, lealdade e muitas vezes até recompensas vão para os membros da equipa que tem o maior "valor aparente".

Esse valor é aparente porque não contempla o respeito pela diferença.

Os membros de uma equipa, passam muito tempo, ao longo da sua vida de trabalho, em constante reavaliação uns dos doutros.

Por isso, numa equipa de sucesso, devemo-nos concentrar no que os outros são. Só assim aprendemos o que pessoa é, se é de confiança para o grupo e finalmente se é um amigo.

A partir daí a equipa começa a funcionar afinada.


A equipa deve ser como uma orquestra sinfónica, cada membro da equipe é tratado como um especialista e sabe exactamente quando é mais útil, em sintonia com toda a equipa e até mesmo com toda a organização.

Está pronto para o ensaio? Comente!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

A presença de um líder incomoda?

Perto, mas não tanto!

Uma equipa que não se sente acompanhada, facilmente perde a noção de direcção e cai em desvios por vezes irrecuperáveis.

Um líder de uma equipa de sucesso tem de estar alerta e evidenciar a sua presença. É uma presença física que inspira confiança.

Uma das funções de um líder é realizar o controlo dos momentos planeados e dos níveis de execução atingidos. Muitas vezes para o fazer, basta observar o clima que se vive dentro da equipa. Ao manifestar a sua presença o líder provoca naturalmente reacções de pedidos de apoio ou esclarecimento, desenvolvendo assim a confiança na equipa.

Por outro lado, a sua presença implica um processo de observação que se traduz na recolha de informação. Muitas vezes a simples observação supera os resultados de relatórios minuciosamente preparados. Trata-se de uma abordagem informal ao desempenho da equipa, muito mais rica que uma simples análise de dados.



“Lembre-se de na escola quando o professor, de costas para a classe, sempre soube o que todos estavam a fazer? Parecia que ela tinha os olhos na parte de trás da cabeça. Ou talvez, que ele tinha olhos como um cavalo.
Os cavalos têm posicionamento lateral dos olhos, ou seja, os seus olhos estão localizados nas partes laterais da cabeça. Isto dá-lhes um maior campo de visão em relação aos seres humanos, na verdade, quando se observa o seu nível de alcancem, eles possuem um campo de visão quase esférica. É uma vantagem na detecção de predadores, muitas presas, têm esse tipo de colocação de olho. Mas, os olhos dos cavalos, estão também colocados um pouco frontalmente, dando-lhes sobreposição binocular entre 55 e 65 graus.
Com uma visão que se estende quase por um círculo completo horizontal, os cavalos não têm nenhum problema em ver o que acontece ao seu redor. As áreas cegas só existem dentro de uma estreita região para a retaguarda, assim como uma pequena área perpendicular à testa e directamente abaixo do nariz. Mesmo assim, uma mudança minúscula da cabeça é suficiente para trazer essas áreas para a vista.”

http://www.completerider.com/horsemanfeb2003.html

O líder tem de, ao fazer sentir a sua presença, criar um sentimento de segurança no comportamento da equipa.

Os membros da equipa não devem sentir-se “controlados”. Isso contraria o sentido de responsabilidade e autonomia necessários a uma equipa de sucesso.
A presença do líder no ambiente normal de trabalho da equipa, facilita ainda o processo de decisão nas pequenas interrogações que possam surgir ao longo do projecto. È ali e no momento que a adversidade é ultrapassada.

O líder mostra-se, observa e age com naturalidade. Espalha um sentimento de apoio e manifesta a sua disponibilidade para a resolução de conflitos.

O líder ao observar com regularidade o comportamento da equipa, apreende o ambiente relacional e avalia a harmonia. Isso permite-lhe evitar conflitos e acima e tudo reconhecer e recompensar atempadamente os esforços suplementares para atingir objectivos.

A presença do líder implica diálogo e uma atitude optimista no dia-a-dia da equipa. Há sempre um “Bom dia!” e um “Até amanhã!”.

Boa tarde! Escreva a qualquer hora!