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quarta-feira, 10 de março de 2010

O lado não obscuro dos talentos

A caminho dos nossos talentos

Reconhecer as nossas próprias forças ou talentos é o primeiro passo para uma inserção nas equipas a que pertencemos.

Se para algumas crianças isso é reconhecido pelos adultos, outras há que, apesar de possuírem talentos, não são reconhecidas. Para muitos adultos, os seus talentos passaram despercebidos, foram ignorados ou não foram expressos por razões culturais ou sociais.

Está na altura de despertar os talentos que há dentro de nós e de uma forma altruísta, partilhá-los com a equipa de trabalho.

Comecemos por olhar à nossa volta, e tentar identificar nos outros as características que mais admiramos. Por exemplo, a curiosidade intensa e persistente, o sentido de humor, a capacidade criativa ou artística, as atitudes emocionais, sensibilidade, capacidade imaginativa, preocupação com as questões sociais, etc.



"Quando você sabe que pode ir lá e ser bem sucedido, a unidade está lá", diz o aprendiz de engenharia. Ele vem de uma família bem conhecida no mundo do cavalo, o seu falecido pai, o treinador do Clube de Pony Waikato, treinou a equipa por muitos anos, o seu irmão Andrew, um ferrador líder jovem que vive no Reino Unido e tem sido ferrador d equipa principal em eventos internacionais.
Alguns anos atrás, o nome Ottilie Kawabe, emergiu de repente, como uma competidora de uma equipa de adestramento na Nova Zelândia, embora ela não tenha competido nesse país. Baseada em Inglaterra quando adolescente, teve algum sucesso, no que é conhecido como a tournée "pequenos" eventos, logo abaixo do nível superior internacional. Agora, os seus pais - seu pai é japonês, a mãe da Austrália – estão sediados em Rotorua e Kawabe é casada e mora em Auckland a reavivar sua carreira “-
www.horsetalk.co.nz

Pode parecer uma tarefa difícil, mas por certo já ouvimos referências às nossas habilidades e até expressões do tipo “tens jeito para isso”. Depois de as reconhecermos procuremos validá-las com os outros membros da equipa.

A honestidade para connosco é fundamental para a descoberta dos nossos talentos. Não procuramos o sobredotado escondido, mas talentos adormecidos.

A nossa capacidade de trabalhar com pontos fracos, isto é, o facto de os reconhecer e melhorar, pode ser um talento a emergir. A análise dos nossos pontos fortes, ajuda-nos a reforçá-los e a amplificar a sua qualidade e frequência de utilização.

Essa capacidade de abertura leva a que, outros membros da equipa, se modelem, fazendo de nós membros activos com orgulho.

A chave para manifestar o nosso talento é encontrar reforço, encorajamento e receptividade por parte de quem nos rodeia.

Quatro aspectos importantes para tornar os nossos talentos visíveis na equipa:

Validação – Reconhecer o talento

Afirmação - Ganhar o reforço.

Afiliação - Aliando-se com outras pessoas com interesses semelhantes.

Afinidade - Conectando-se com o mundo.

Outro aspecto importante do processo de satisfazer as nossas próprias necessidades é dar-nos a permissão para sermos pessoas num processo de crescimento.

Tentar aceitar imperfeições pessoais e reconhecer que o crescimento não se faz numa linha recta, mas sim com curvas, altos e baixos.

sábado, 16 de janeiro de 2010

O que faz falta é coragem

Coragem e resistência

Frequentemente, quando necessitamos de comprar um produto, trazemos um pacote desse produto.

A coragem de um líder não se compra, muito menos em pacotes.

Embora existam várias abordagens à coragem, a mais importante é a coragem emocional. O sucesso pessoal de um líder estará sempre um pouco fora do alcance se não desenvolver o poder da coragem emocional, e ficará preso a uma zona de conforto apático.

Coragem emocional é a capacidade pessoal, de reagir com acções positivas, em vez de crenças negativas a todos os desafios da equipa.
É uma coragem que segura o líder quando ele falha, que o faz manter a qualidade dos seus objectivos e que lhe traz estabilidade e segurança.

Um líder com coragem tem energia para a expectativa positiva e assume riscos calculados. Atreve-se a sonhar, o que é contagioso e mantém altos níveis de optimismo.

Ele sabe qual é o seu ponto cego e enfrenta-o convicto de que modo melhorar, da mesma forma que enfrenta o medo pensamento vencedor. Também não desperdiça tempo, colocando a culpa nos outros.


“Condução do cavalo é um dos mais antigos desportos equestres, que remonta aos tempos antigos. Durante os Jogos Olímpicos gregos, bem como na era romana um pouco mais tarde, as corrida de carros eram um dos eventos mais atraentes. Ela sempre foi realizada no final do dia, coroando as lutas de concorrentes.
O objectivo, actualmente, no desempenho da condução, em competições é, para verificar os valores funcionais, resistência, coragem, temperamento e carácter de cavalos. Estas competições são também para cultivar as tradições de condução, enquanto elemento fundamental de uma cultura nacional.”


Resistência o que nos impede de aceitar a mudança, seja ela uma nova orientação, uma cor diferente do que é costume ou um sabor exótico.
Mas resistência também é a nossa capacidade de suportar adversidades, com coragem e determinação para atingirmos os nossos objectivos.

Um líder é identificado por ser resistente não, quando faz força contra uma pressão contrária, mas quando leva a equipa com energia a ultrapassar os obstáculos. A capacidade de suportar, ao longo de todo o traçado de um projecto, contrariedades de recursos ou ameaças externas, mantendo os níveis de realização elevados, é que caracteriza a resistência de um líder.

Resistência é ser capaz de não atender o telefone, durante uma reunião, ou chegar a horas a um compromisso não deixando que a tentação de ver um fim de jogo, impeça a nossa presença.

Coragem é uma emoção complexa que resulta de uma energia que não vemos mas que nos dá força para ganhar.